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A ESPERANÇA NA CAIXA DE CHICLETES PING PONG

06 DE MARÇO A 26 DE ABRIL

SEX, SÁB E DOM 20H

A ESPERANÇA NA CAIXA DE CHICLETES PING PONG

Inspirado na obra poético-musical de Zeca Baleiro, o texto de Clarice Niskier, com supervisão de Amir Haddad, faz uma declaração de amor à cultura popular brasileira

Reunindo 59 músicas de Zeca Baleiro (trechos e íntegras) a fragmentos de textos de Sergio Buarque de Holanda, Ferreira Gullar, Eduardo Galeano, Hélio Pellegrino e Oswald de Andrade e temas livremente inspirados nos livros do historiador Yuval Harari (autor de “Sapiens: uma breve história da humanidade”), Clarice Niskier cria um roteiro teatral de suas memórias político-sociais. A peça é uma espécie de “fico” de Clarice Niskier, que expõe, poética e dramaturgicamente, suas razões para abraçar o Brasil, ao invés de deixá-lo.

Há 14 anos consecutivos em cartaz com “A Alma Imoral”, já assistida por mais de 500 mil espectadores Brasil afora, e mantendo na estrada a peça “A Lista”, de Jennifer Tremblay, Clarice Niskier escreve, produz e estreia seu mais novo espetáculo, “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”, inspirada na obra poético-musical de Zeca Baleiro, e mais uma vez com supervisão de Amir Haddad.


Apaixonada pela cultura popular brasileira, Clarice reflete sobre o momento atual do país através de um mergulho na obra de Zeca Baleiro, e explica:


“A emoção de possuir uma identidade brasileira existe, mas é oculta. Nossa história é dolorosa, nos atormenta com suas estruturas movediças, antissociais. Raramente temos a oportunidade de demonstrar nosso amor pelo país fora das áreas já previamente mapeadas. A luta pela sobrevivência nos ocupa o tempo todo, o sonho de ir embora é acalentado, a reflexão positiva não é estimulada. Por que uma atriz de teatro em tempos de crise ficaria no país, se tivesse a oportunidade de ir embora? No Brasil se vai embora com orgulho. Porque a atriz ama a cultura popular brasileira. Está visceralmente ligada a
ela como um filho à sua mãe. Pertence a essa cultura, se sente comprometida com ela, porque foi formada neste país, por grandes mestres.”.


Esta reflexão foi o mote para a criação de “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”. Durante três anos de pesquisa, embalada pela obra de Zeca Baleiro - que em vinteanos já compôs mais de 500 canções -, Clarice escreveu e reescreveu o texto, contando com o apoio e a colaboração do próprio Zeca, com quem se encontrava de três em três meses para ler uma nova versão do texto.


“Por meio do trabalho dele, me sinto em casa novamente no meu país. Zeca Baleiro tem um olhar afinadíssimo para a cultura popular e para os acontecimentos do mundo, sabe mesclar como ninguém humor, afetividade e crítica em suas letras, com ritmos e melodias que se desdobram em belas canções que já fazem parte do acervo da MPB”, conta Clarice.
No espetáculo há também fragmentos de textos de Sergio Buarque de Holanda, Ferreira Gullar, Eduardo Galeano, Hélio Pellegrino, Hilda Hilst, Oswald de Andrade, e a música “Tudo Passará”, de Nelson Ned (parte do arquivo raridades de Zeca Baleiro). Clarice aborda temas livremente inspirados nos livros do historiador Yuval Harari (autor do best-seller “Sapiens: uma breve história da humanidade”).


Ao longo do processo criativo, a atriz e autora fez leituras do texto, ainda em construção, e num desses encontros ouviu do historiador Leandro Karnal a seguinte definição: “O monólogo é um cordel, um almanaque pop que contempla um nacionalismo universal”.

cional de Teatro, e em 2008 pelo Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz.

Sinopse:

Inspirada pelas músicas de Zeca Baleiro, Clarice vai revelando, diretamente ao público, sentimentos e pensamentos sobre o país, sobre a vida, o sucesso e o amor, expondo a ‘viagem’ que faz dentro de si enquanto a trilha vai se desenrolando.
Memórias, sensações, desejos, reflexões, fantasias, opiniões e crônicas se encadeiam de forma lúdica, formando um painel social do Brasil e, ao mesmo tempo, do mundo individual da atriz, há 40 anos em cena.

Classificação:

Livre

Ficha técnica:

Texto, Interpretação, Direção: Clarice Niskier 
Supervisão de Direção: Amir Haddad
Direção Musical e Trilha Sonora: Zeca Baleiro
Preparação Vocal: Rose Gonçalves (Rio) e Carlos Nascimento (SP)
Preparação Corporal : Mary Kunha
Iluminação: Aurélio Di Simoni
Cenário: Luis Martins
Figurino Kika Lopes
Fotos: Zé Rendeiro
Arte Gráfica: Studio C - Carol Vasconcelos
Assistente de Figurino: Sassa
Assistente de Direção: Maria Eugenia Almeida
Direção de Cena, Operação de Luz e Som: Carlos Henrique Pereira
Apoio Cultural: TS Consultoria Empresarial Ltda
Direção de Produção: José Maria Braga
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany